Um habitante de Cáceres apresentou uma queixa por excesso de velocidade contra o pelotão da Vuelta na 4.ª etapa que terminou ao "sprint" na cidade situada no centro-oeste de Espanha.
"Uma queixa contra excesso de velocidade foi interposta contra o pelotão", admitiu à AFP um porta-voz da edilidade de Cáceres, confirmando a informação veiculada na imprensa espanhola.
Sabendo que a velocidade máxima permitida dentro de uma localidade é de 50 quilómetros/hora em Espanha, não é difícil de prever que nos instantes finais da tirada os ciclistas, que chegaram juntos, ultrapassaram os limites permitidos.
O mais rápido da etapa em questão foi o alemão Erik Zabel.
quinta-feira, agosto 31, 2006
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Pelotão da Vuelta em excesso de velocidade? |
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Alemães também aderem aos cemitérios clubísticos |
Depois do Boca Juniors, chegou a vez de um clube europeu – o Hamburgo, da Bundesliga – anunciar a intenção de construir um cemitério dedicado exclusivamente aos seus adeptos. “Para muitos fãs do Hamburgo será realmente importante continuar a sentir essa proximidade ao clube mesmo depois da morte”, declarou Christian Reichert, administrador do clube do norte da Alemanha. O Hamburgo está a estudar a possibilidade de construir um cemitério com capacidade para 500 sepulturas nas proximidades da AOL Arena. De acordo com Reichert, vários adeptos manifestaram interesse no projecto. De uma coisa o MEGAFONE tem a certeza, o pessoal do FC Porto teria seguramente muito gosto em "sepultar" as aspirações do Hamburgo na próxima edição da Liga dos Campeões...
segunda-feira, agosto 28, 2006
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Videolog2: A amizade de Panteras Negras e Red Ultras |
O MEGAFONE destacou em devido tempo os fortes laços de amizade que unem os Panteras Negras aos Red Ultras do Aberdeen. Este vídeo diz respeito ao animado convívio entre os dois grupos antes do jogo do dérbi tripeiro do final da época passada.
Ligações e Créditos:
Fotolog-292: Panteras/Red Ultras, amizade luso-escocesa
sábado, agosto 26, 2006
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Megafonix2: Cada vez se sabe mais sobre as "Veigarices" |
José Veiga fechou a empresa Goodstone Limited antes de receber a totalidade dos cerca de 4,2 milhões de euros que pediu ao Sporting, no âmbito da ida de João Pinto para o clube de Alvalade.
Segundo apurou o CM, a Goodstone fechou as portas em 2004, numa altura em que o Sporting ainda devia cerca de um milhão de euros a Veiga. Um ex-dirigente ‘leonino’ assegurou ontem ao CM que depois do encerramento da empresa sediada em Inglaterra – mas cujos donos eram três ‘off-shores’ localizadas nas Ilhas Virgens britânicas, nas Caraíbas – o clube tentou pagar o que devia ao empresário, o que não conseguiu fazer. “Chegou a Alvalade a informação oficial que mencionava que a Goodstone já estava encerrada, pelo que já não foi possível depositar o dinheiro no número da conta indicada por José Veiga”, disse a fonte contacta pelo CM, que solicitou o anonimato.
A mesma fonte adiantou, ainda, que Veiga nunca contactou o Sporting para receber o milhão de euros que lhe era devido: “Nunca disse nada, nem avançou com qualquer processo em Tribunal. Isto é estranho, mas foi o que sucedeu.”
João Pinto, de acordo com as fontes contactadas pelo CM, nunca soube que, além dos cinco milhões de euros que acordou receber por quatro anos, Veiga tinha recebido mais 4,2 mihões. E foi isso mesmo que, no ano passado, disse à PJ quando foi ouvido, no Porto. No entanto, até ontem, o actual jogador do Sp. Braga não tinha apresentado qualquer queixa-crime contra José Veiga, o amigo que escolheu para intermediar a sua vinculação ao Sporting.
O CM apurou, ainda, que na altura em que chegou a acordo com o Sporting, Veiga entregou aos dirigentes ‘leoninos’ – as conversações tiveram como interlocutores Luís Duque, presidente da SAD, e o assessor Carlos Freitas – um recibo da Goodstone, no valor de cerca de 4,2 milhões euros, bem como o número da conta de um banco sediado em Inglaterra. Ficou também acordado que esse montante devia ser pago em três prestações, a última a liquidar no início de 2002. Veiga, como a PJ constatou na investigação que efectuou, recebeu 3,3 milhões de euros, relativos àE
sexta-feira, agosto 25, 2006
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Megafonix2: Acrobacias no Núcleo Sportinguista da Figueira |
A tentativa de assalto ao restaurante do Núcleo Sportinguista foi comunicada à Polícia pelas 03h50, através de um telefonema anónimo, que denunciava “movimentações estranhas” no quarteirão composto por habitações e escritórios.
Os seis agentes que chegaram ao local, “passados dois minutos”, requisitaram uma auto-escada aos Bombeiros Municipais para poderem aceder aos telhados labirínticos do grupo de edifícios, de três e quatro andares. A equipa da PSP foi, entretanto, reforçada com mais oito elementos.
As autoridades cercaram o quarteirão e acabaram por deter o assaltante passadas cinco horas, pelas 09h00, depois de conseguirem subir a um telhado, pelo interior de um dos prédios. O jovem, Marco Martins, ainda tentou a fuga, mas foi detido. É natural de Castelo Branco e apresentava ferimentos ligeiros, sofridos quando partiu vidros, telhas e danificou uma porta, e como resultado dos saltos que fez entre os telhados, na tentativa de escapar às forças de segurança.
José António Santos, responsável pelo restaurante, não teve prejuízos. “Ele apenas levou um porta-chaves do Sporting. Normalmente, a receita das refeições ficava em cima de uma secretária, fechada num escritório. Mas ele teve azar, porque precisamente na quarta-feira mandei colocar o dinheiro [dois mil euros] num cofre.”
O assaltante, funcionário do próprio estabelecimento que tentou assaltar, “é um rapaz bem comportado, até simpático. Mas nos últimos 15 dias começou a andar estranho, a faltar sistematicamente”, pelo que foi suspenso no domingo.
José António Santos adiantou ainda que o cineasta João Mário Grilo foi um dos populares que acompanharam o caso: “Teve pena de não ter uma máquina de filmar, porque aquilo parecia um filme, com polícias e um ladrão a saltar telhados.”
Em consequência deste caso, a PSP recebeu quatro queixas por invasão de espaços privados e alguns danos causados nos telhados e em antenas de televisão.
SEM DESCULPA
PELO CANO
O jovem terá subido aos telhados por um cano de águas pluviais. O dono do restaurante, no entanto, suspeita que “ele deve ter tido uma ajuda”, até porque “a janela do primeiro andar [por onde entrou] estava encostada, quando devia estar fechada”.
PERDOAR
José António Santos estava disposto a perdoar a atitude do jovem, que não tem cadastro. “Se ele se tivesse entregue logo às 04h00 à PSP, eu até talvez lhe perdoasse e desse outra oportunidade. Mas preferiu fugir.” O jovem foi presente ao Tribunal da Figueira da Foz.
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MEGALupa: Salário mínimo nacional é o que dá menor nível de vida na UE-15 |
O poder de compra dos trabalhadores portugueses que recebem o salário mínimo nacional é o mais baixo, comparando com todos os países da Europa a Quinze. O nível de vida destes trabalhadores em Portugal é, mesmo, inferior ao dos malteses e eslovenos, dois dos países que aderiram à União Europeia em 2004. O Luxemburgo é o país comunitário onde o poder de compra conferido pelo salário mínimo é mais elevado - 2,7 vezes mais alto do que o nacional.
Em Portugal, existem pouco mais de cinco milhões de trabalhadores, a esmagadora maioria por conta de outrem. E de acordo com o Eurostat, 5,5% dessas pessoas recebem o salário mínimo, ou seja, quase 285 mil trabalhadores portugueses vivem com 385,90 euros por mês, aos quais ainda têm de fazer descontos para o IRS e a Segurança Social.
Atendendo ao custo de vida nos vários países, as contas da Direcção-Geral de Estudos, Estatística e Planeamento (DGEEP) indicam que é em Portugal que estes trabalhadores têm o menor poder de compra. Em Espanha, por exemplo, cada pessoa a receber o salário mínimo tem uma capacidade de compra superior em 200 euros à portuguesa e, no caso dos gregos, a diferença aumenta para 260 euros. A maior disparidade verifica-se relativamente aos luxemburgueses 892 euros (sempre valores ajustados ao poder de compra e não o montante absoluto do salário efectivamente pago).
De todos os países comunitários, é na Letónia que se encontra o poder de compra mais baixo. Neste país do Báltico, cada trabalhador com o salário mínimo recebe, em paridade de poder de compra, menos de metade de um português.
Só nove têm salário mínimo
Nem todos os países fixam um limite mínimo de salário. A Alemanha, por exemplo, só agora está a discutir este assunto. É um dos seis países da União Europeia a Quinze onde cada trabalhador negoceia com a entidade empregadora o valor da remuneração, sem qualquer limite.
Ao contrário, Portugal, Espanha, Grécia, França, Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda e Luxemburgo estabelecem um valor mínimo, que serviu de base à comparação da DGEEP. Mas, ainda assim, os montantes efectivamente pagos por cada país têm de ser ajustados. Primeiro, explicou José Luís Albuquerque, sub-director-geral da DGEEP, foi tido em conta que Portugal, Espanha e Grécia pagam 14 e não 12 meses.
Depois, foi necessário atender à diferença de preços. No Luxemburgo, por exemplo, os bens são mais caros do que em Portugal, pelo que 100 euros nos dois países acabam por ter valores diferentes. A retribuição mínima garantida em Portugal, ajustada a apenas 12 meses e à paridade do poder de compra, é assim a mais baixa da União Europeia a 15.
Valor demasiado baixo, protestam os sindicatos. Uma das razões invocadas pelos vários governos para limitar as subidas é a ligação entre o salário mínimo e inúmeras prestações sociais, como pensões de velhice ou abono de família. Cada mexida na retribuição implica igual mexida nestas prestações, com custos orçamentais incomportáveis. O actual Governo quer cortar esta ligação, de forma a poder subir mais o salário mínimo. Em Dezembro, terá de anunciar o valor para 2007.
quinta-feira, agosto 24, 2006
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MEGALupa: "O Jogo" das gajas ao domingo |
O jornal desportivo O Jogo, propriedade do grupo Controlinveste, ao qual pertence também o DN, aparece amanhã nas bancas com um visual gráfico completamente renovado. Além do novo layout e nova arrumação de conteúdos, será lançada, a 10 de Setembro, uma nova revista, a J.
Um Jogo "mais agressivo e impactante" é o que pretende o seu director, Manuel Tavares, segundo refere ao DN. Apesar da "credibilidade já feita e da preferência dos leitores e jogadores, O Jogo era pouco impactante em termos de imagem", assume. Depois, "em quatro anos o fluxo de informação alterou-se muito", alerta ainda, referindo-se aos diversos programas desportivos que foram nascendo na televisão e até mesmo aos canais desportivos entretanto consolidados - como é o caso da Sport TV. Uma realidade igualmente defendida por Henrique Cayatte, designer responsável, quer pela renovação gráfica de agora, quer da última, há quatro anos.
"Trabalhámos com os jornalistas, direcção editorial, gráficos, para tentar perceber as suas necessidades", explica Cayatte. E, respeitando a actual identidade, o resultado foi um "jornal mais limpo, com maior punch jornalístico, com uma personalidade mais forte e vincada". O Jogo sofreu "um verdadeiro upgrade", diz. Para tal, contou a criação de mais entradas nos textos, que passam a ser mais curtos (agora a seis colunas) e por vezes acompanhados de destaques para "facilitar a leitura", um objectivo revelado por Manuel Tavares. A fotografia também foi privilegiada. Já o logótipo do jornal mantém-se, tal como o tipo e formato de papel. A fonte tipográfica (Olisipone) foi criada por Mário Feliciano.
Mas esta reformulação só fica completa, segundo o director de O Jogo, com o lançamento, dia 10 de Setembro, da nova "revista de charme J". Por 1,20 euros, o leitor do diário desportivo da Controlinveste pode ficar a "saber aos domingos tudo aquilo que os jogadores, nas diversas modalidades, fazem fora do campo de competição e não só", promete Rui Pedro Pereira, editor--coordenador da publicação. Porém, o jornalista, com experiência anterior na revista FHM, adverte: "Vamos mostrar a vida e odia-a-dia dos jogadores, mas nunca na perspectiva cor-de-rosa ou paparazzi". Exemplo disso é o trabalho sobre o jogador Costinha, actualmente no Atlético de Madrid, que mostra o seu Lamborghini amarelo.
Com um lançamento inicial de 84 páginas, estabilizando na semana seguinte nas 64, a J é executada por uma equipa de três pessoas fixas (duas que transitaram de O Jogo) e seis colaboradores externos.
Procurando claramente ser diferenciadora das publicações concorrentes - dando o "outro lado do desporto" -, a revista J aposta em capas com modelos femininos ou figuras da televisão, a quem destina no seu interior o espaço Retrato. A abrir mais miúdas giras (Grande Plano), seguindo-se (Ex)Citações, Faits Divers ou Mundo VIP, com sugestões diversas de craques, treinadores ou jogadores. Mas a reportagem -"aviões de luxo usados pelos craques do futebol, por exemplo" - e a entrevista também têm lugar na J, tal como a opinião. Nesta área, a revista de O Jogo conta com a criatividade de Miguel Esteves Cardoso, que transita do jornal para a revista, de Jorge Roig, professor catedrático de Fisiologia do Esforço e nutrição Desportiva, e da psicóloga Alexandra Macedo.
quarta-feira, agosto 23, 2006
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Videolog2: O "Red Power" assalta a Liga Betadine |
Os Red Boys Estação estão inspirados nesta fase de início de época, deixando-se contagiar pelas elevadas expectativas criadas em torno da carreira do Sp. Braga. O video "Red Power" merece ser visto e o espaço deste núcleo arsenalista visitado em http://redboys-estacao.blogspot.com.
terça-feira, agosto 22, 2006
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Megafonix2: Para estes não há legislação repressiva? |
O coordenador do Gabinete Permanente de Acompanhamento e Apoio aos Fogos (GPAA) da Polícia Judiciária, Pedro do Carmo, disse, esta terça-feira, que há uma «elevadíssima» percentagem de indivíduos identificados como autores de fogos florestais que são reincidentes.
Sem querer pronunciar-se sobre decisões judiciais, Pedro do Carmo, Director Nacional Adjunto da directoria de Coimbra, disse à agência Lusa que a reincidência no crime de fogo posto deve ser tida em conta nas medidas de coação emanadas pelos tribunais.
O director Nacional Adjunto da PJ adiantou que desde o início do ano foram abertas 700 investigações a casos de fogo posto, que levaram já à detenção de 30 pessoas.
Entre as 30 detenções, 10 indivíduos ficaram em prisão preventiva e 20 com medida de coação de apresentação periódica às autoridades. De acordo com o coordenador do GPAA, a situação verificada este ano é «sensivelmente idêntica» à registada durante o ano passado.
O perfil do incendiário mantêm-se inalterável, acrescentou a fonte, adiantando que os autores de fogo posto são normalmente homens, com idades entre os 20 e os 50 anos, desempregados, com baixo nível de escolaridade e consumidores de álcool.
Os autores actuam sem motivação definida, muitas vezes apenas com o desejo de provocar agitação, referiu Pedro do Carmo, adiantando que são poucos os casos de autores de fogo com doença psiquiátrica.
O último relatório sobre incêndios divulgado pela Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), que compreende o período entre 01 de Janeiro e 15 de Agosto, indicava o registo de 19.195 ocorrências (distribuídas por 2.402 incêndios florestais e 16.793 fogachos), responsáveis por 33.164 hectares de área ardida.
Das 19.195 ocorrências, 6.805 registaram-se na primeira quinzena de Agosto, «representando um acréscimo de 2.859 ocorrências face ao valor médio para o mesmo período», segundo o relatório.
O maior número de fogos aconteceu no distrito do Porto (4.354), seguindo-se Braga (2.637) e Aveiro (1.856), que perfazem 46 por cento do total de ocorrências. Contudo, o distrito de Braga foi onde se verificou a maior área ardida (6.940 hectares), seguido por Viseu (5.146 hectares) e Porto (5.024 hectares).
segunda-feira, agosto 21, 2006
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Acabou-se a mentira dos cigarros "light" nos Estados Unidos |
A partir de agora, acabaram-se os cigarros «light», «ultralight», «natural» e «com baixo teor de alcatrão».
Esta foi a decisão de uma juíza federal dos EUA, Gladys Kessler, considerando que as tabaqueiras têm enganado os fumadores e mentido durante as últimas décadas sobre os efeitos nocivos do tabaco.
A juíza baseou-se num parecer governamental, segundo o qual não restam dúvidas de que o tabaco faz mal à saúde e provoca doenças mortais. «Apesar de saber dos perigos do tabaco, as tabaqueiras negaram isso publicamente e minimizaram o perigo durante décadas», considerou. Com esta decisão, as empresas tabaqueiras ficam obrigadas a retirar dos maços de tabaco as designações que induzam o consumidor em erro, fazendo-o pensar que os cigarros em causa fazem menos mal à saúde.
Infelizmente, os mesmos fumadores que continuam a incinerar dezenas de cigarros por dia, apesar dos avisos sobre os malefícios para a saúde, se chegarem a um supermercado e virem um iogurte à venda um dia para além do prazo de validade são capazes de chamar a polícia invocando a defesa da saúde pública...
