Mais da metade das mulheres britânicas preferem comer chocolate a fazer sexo, revelou um estudo da Universidade do País de Gales divulgada esta terça-feira. Já os homens no Reino Unido confessam que, como seria de esperar, preferem acto sexual, em detrimento do chocolate.
Dos 1.500 entrevistados, metade de cada sexo, 52 por cento das mulheres afirmaram preferir o «prazer garantido» de uma barra de chocolate a ter relações com alguém do sexo oposto. Já para 87 por cento dos homens inquiridos, o sexo é a primeira escolha.
O estudo foi encomendado pela Cadbury. O trabalho consistiu em analisar a ligação entre o chocolate e a produção da endorfina, conhecida como a «hormona da felicidade». Segundo o inquérito, tanto os homens (57 por cento) como as mulheres (66 por cento) consideraram que comer chocolate melhora o humor.
O inquérito revelou também que embora os homens prefiram uma noite de amor ao doce, metade dos britânicos costuma oferecer chocolates.
quarta-feira, junho 06, 2007
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Sexão: Mulheres preferem chocolate ao sexo |
segunda-feira, junho 04, 2007
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Megafonix2: Miragaia campeão de Amadores no Porto com um goleador bem conhecido nas Curvas |
Foi sofrer até ao fim. A luta pelo conquista do título de campeão da Divisão de Honra dos campeonatos de Amadores da Associação de Futebol do Porto foi imprópria para cardíacos já que foi apenas na última semana que tudo se resolveu. E o Miragaia finalmente levou para casa a taça.
A verdade é que a conquista do título foi tudo menos pacífica. Mas acabou por ser justa, já que o Miragaia, para além de ter uma boa equipa, realizou um campeonato bastante estável, tendo terminado a primeira fase desta prova no primeiro lugar, com mais quatro pontos do que o Fonte da Moura. Curiosamente, não foi o Fonte da Moura que deu dores de cabeça aos agora campeões. Para o mal... e para o bem, acabou por ser o Passarinhos da Ribeira o grande rival do clube de Miragaia nesta fase final.
Para o mal, porque esteve sempre na sombra dos detentores do título, não lhes dando tréguas na tabela classificativa. Para o bem, porque acabou por ser o grande responsável pela conquista do título do Miragaia. É que esta semana a A.F. Porto atribuiu uma derrota ao Passarinhos no jogo da sexta jornada frente ao Cerco do Porto. Jogo esse que, quando foi interrempido, estava favorável aos homens da Ribeira. Ou seja, se olharmos friamente para os números, caso o Passarinhos da Ribeira não tivesse perdido esses três pontos o Miragaia não era campeão. Esta é a mais pura realidade. Mas será que ontem, frente ao Sobrosa, o Miragaia teria tido a mesma prestação caso não fosse já campeão? Quem assistiu ao jogo acredita que sim. Ou seja, acredita que ontem os homens de Miragaia se esforçaram por vencer. Até demais. Da "bancada", e quando o encontro ficou mais duro, ouvia-se claramente "deixem para lá isso que o campeonato já é nosso". Mas isso será sempre uma incógnita. Registado para a história fica a conquista do título.
Miragaia 3
Sobrosa 4
Não fosse o jogo ter ficado demasiado violento no final do encontro - com dois jogadores do Miragaia, Aranha e Marco, a serem expulsos - e teria sido uma excelente partida de futebol. Até porque tinha todos os ingredientes para o ser. É que apesar do Miragaia já ter entrado em campo com o título de campeão no bolso, o treinador Joca queria provar que não teriam sido precisos os três pontos do Passarinhos para que o título ficasse nas mãos da equipa azul e branca. Nas "bancadas" até se ouvia falar em goleada. Mas o que os homens do Miragaia não contavam era que o Sobrosa não tivesse vindo para a festa. A equipa visitante provou ter uma excelente conjunto, onde para além dos valores individuais tinha como principal arma o contra-ataque. O jogo começou nas mãos do Miragaia, que entrou cheio de força. Tanta que apenas tinham passado cinco minutos desde o apito inicial e já Macaco abria o marcador com um excelente golo. Mas a coisa prometia. E sete minutos mais tarde o Sobrosa empatava por Gil. Com a auto-estima elevada, os homens do Sobrosa acabaram por ir para os balneários a vencer, já que Mário não conseguiu marcar uma grande penalidade. Na segunda parte, foi mais do mesmo. O jogo ficou demasiado violento, resultando na expulsão de dois jogadores do Miragaia.
Jogo no campo Alberto Araújo, em Ramalde, no Porto. Árbitro Nuno Oliveira, auxiliado por Carlos Pedra e Sérgio Pinto. Cartões vermelhos: Aranha e Marco.
Miragaia Chibante (Miguel); Zeca (Jonas), Dente, Pedra, Nuno Rocha, Mário (Ramos), António Jorge, Macaco, Aranha, Marco e João.
Sobrosa: Jorge; Tomóteo (Zé Pedro), Gil, Vinhas, Zequinha (Cristiano), Pinheiro, Jardel, Salvador, Carneiro, Bruno e Miguel.
Ao intervalo 1-2. Marcadores Macaco (5), Gil (12), Bruno (25), Marco (52), Aranha (58), Jardel (63), Bruno (85).
Ligações:
Miragaia 3-1 Fonte da Moura: Macaco resolve em meia-hora
sexta-feira, junho 01, 2007
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Curvas2: O dérbi dos "strips" em Roma |
As vedetas italianas Anna Falchi e Sabrina Ferilli comemoraram os títulos de Lazio e Roma fazendo celebrações acaloradas, com muito pouca roupa em cima. São esses "strips" históricos que aqui ficam documentados.
domingo, maio 27, 2007
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Megafonix2: Avelino Ferreira Torres ameaçou "dar na cara" a Manuel Moreira no jantar do FC Marco |
Avelino Ferreira Torres, antigo presidente da Câmara do Marco de Canaveses, ameaçou agredir o actual titular do cargo, Manuel Moreira, quando este último discursava no jantar comemorativo do 80º aniversário do FC Marco. A ameaça teve lugar, anteontem à noite, num restaurante da cidade, após um associado do clube que estava sentado ao lado de Ferreira Torres ter interrompido o discurso de Manuel Moreira por considerar que o autarca estava a fazer política.
O sócio, aos gritos, abandonou a sala onde estava a ser celebrado o aniversário, deixando inflamado o ambiente. Na sequência, Ferreira Torres "tomou as dores" do colega de mesa, e, às tentativas dos membros da Comissão Administrativa do FC Marco para o acalmar, em ambiente de completa anarquia, Torres, repetidamente, atirava alto e bom som "Mas tem dúvidas de que lhe dou na cara [a Manuel Moreira] se for preciso? Isto é merda".
Um discurso a conta-gotas
No calor da discussão, Ferreira Torres, por duas vezes, agarrou bruscamente o braço de um elemento da Comissão Administrativa, puxou-o e empurrou-o. Por entre o turbilhão de apupos e apelos à calma, com toda a sala em pé e em seu redor, Ferreira Torres sentou-se, exclamando "Não é nada comigo".
A menos de dois metros de distância, Manuel Moreira, em pé em frente ao microfone, tentava concluir o discurso. Percebendo que o ambiente estava quente, à terceira tentativa para o recomeçar, atalhou e concluiu de imediato. A maioria da sala retribuiu com um vincado aplauso. Refira-se que Manuel Moreira foi interrompido no preciso momento em que fazia um esclarecimento sobre os apoios que a actual Câmara já deu ao clube, incluindo verbas prometidas pela anterior autarquia, mas que não estavam cabimentadas e que o seu Executivo, para honrar os compromissos, teve de pagar. "Sei que não é assim que todos pensam de nós, mas é assim que é de facto! Por isso, aqui estou de olhos nos olhos, a fazer o que nos cumpre em nome dos cidadãos da nossa terra", dizia Moreira, até ser interrompido. Seria intenção do autarca explicar as contas da autarquia com o clube e demarcar-se de ataques que lhe têm sido feitos, nomeadamente, na imprensa desportiva regional, por antigos dirigentes do clube e próximos de Avelino.
sábado, maio 26, 2007
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Megafonix2: O que tem uma claque a ver com este tipo de comportamentos extra-desportivos? |
Um homem de 42 anos, fundador e líder da claque Super Dragões do FC Porto, foi detido na passada quarta-feira pela Polícia Judiciária do Porto, por supostamente ter sequestrado, violado e roubado uma mulher no Porto, há cerca de dois anos.
O suspeito, natural desta cidade e sem profissão conhecida, era também procurado na sequência da emissão de vários mandados de captura, nomeadamente por furto e falsificações, tendo já cumprido penas de prisão pelo mesmo tipo de crimes.
Segundo a Judiciária, o assalto aconteceu em plena rua e com ameaça de uma arma de fogo. A vítima foi obrigada a entrar na viatura do atacante e a indicar-lhe onde ficava a sua residência, entregando-lhe ainda todos os valores que possuía. Na casa, a mulher foi violentamente agredida, violada, e novamente roubada pelo indivíduo que se pôs em fuga.
Vizinhos alertados
Muito maltratada, a mulher terá ainda encontrado forças para pedir socorro, alertando os vizinhos, e acabaria por ser conduzida ao hospital em estado de choque.
Mais tarde, já no decurso das investigações por parte da Polícia Judiciária, terá reconhecido o alegado autor dos crimes através de fotografia. "Apesar de ser um indivíduo bastante conhecido por pertencer a uma claque de um importante clube esta cidade, o ora detido andava fugido à acção da justiça", refere uma nota ontem divulgada pela PJ. O JN apurou que o suspeito é um membro activo da claque Super Dragões e um dos seus fundadores.
Na ocasião em que foi detido, o suspeito conduzia um automóvel sem que possua carta de condução. Ontem, foi levado perante um juiz que determinou a sua prisão preventiva até à realização do julgamento.
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Bofialog2: Especial subcomissária Paula Monteiro |
O olhar impenetrável e a postura rígida que mostra à frente das câmaras esconde uma Paula Monteiro espontânea, extrovertida, dinâmica. Feminina e sempre menina. Uma menina adulta. O Winnie the Pooh, o Tigre e o Piglet são a base na secretária. No gabinete da subcomissária da Polícia de Segurança Pública (PSP) os ursinhos não foram escondidos e as recordações de tempos distantes ou próximos estão por todo o lado.
A subcomissária, responsável pelas relações públicas da PSP, que causou irritação ao presidente do Benfica, desfaz-se em desculpas pelo gabinete acanhado, porque provisório, mas organizado. Apesar dos papéis acumulados em cima da secretária que espelham as tarefas infindáveis de uma relações públicas da PSP, que acumula o cargo com o comando da Esquadra de Turismo (com orgulho diz ser uma esquadra pioneira na Europa e modelo para outros países), Paula Monteiro não se vai embora ao fim de um dia de trabalho sem arrumar a "tralha". A organização é visível. As marcações na agenda, de papel, são feitas em várias cores. A entrevista do DN estava a azul. Significado? Nenhum. É apenas o gosto por ter tudo "bonitinho".
O mesmo aprumo tem com a casa onde vive em Alverca, prestes a ser trocada por uma vivenda na mesma cidade. Apesar das dezenas de sapatos, de malas, de relógios, de perfumes, de brincos, de colares que colecciona. Garante que as colecções são enormes, mas para uso pessoal. O relógio tem sempre de condizer com a roupa, os sapatos fazem sempre pandant com a mala, os brincos com os colares. Pintura é que não. "Cara lavada", naturalmente. Não precisa de mais para realçar os olhos de azul mar e o amarelo areia do cabelo. Com farda, azul da PSP, o cabelo está sempre apanhado. Por obrigação, mas também porque dá um ar mais arrumado. Sem elásticos, mas com ganchos, a condizer. "Faz-me confusão quando há mulheres nas forças de segurança ou militares que acham que têm de ter tiques masculinos." Paula Monteiro está "sempre como mulher". Opta pelos sapatos com um bocadinho de salto, que acompanham quase sempre as calças da farda. Também é quase sempre de calças que à civil chega ao quartel. "Sinto-me melhor se vier de calças por ser um mundo de homens", além de ser "mais prático". À civil, o cabelo solta-se, os brincos são menos discretos e os colares saltam à vista. É a vontade do dia-a-dia que dita a regra na escolha da indumentária. Tanto pode ser desportiva, como um tailleur, como juvenil. Acessórios a condizer. Não se livra de uns piropos, que a deixam pouco à vontade. Especialmente se for em serviço. "Quem me dera ser preso..." é um dos comuns gracejos dos adeptos de futebol.
Apesar do lado marcadamente feminino não esconde uma preferência de infância. Gostava mais de brincar com carrinhos e berlindes. Para bonecas "não tinha pachorra nenhuma". O gosto pelos carros ainda resiste. "Adoro conduzir. Para mim, é terapêutico." Tem dois carros oferecidos pelos pais. O eleito para a condução é o Peugeot 307, de 1600 de cilindrada. "É um avião", diz, para logo a seguir ser questionada pelos limites de velocidade. "Tento cumprir e tenho muito a noção do risco." Conduz todos os dias de Alverca ao Chiado, onde entra às nove da manhã, para sair às horas que calha (no dia em que recebe o DN só sairá às 9 horas da manhã seguinte, pois está de oficial de dia).
O karaté é uma obrigação que se impôs. Alia os benefícios, da autodefesa, respeito e disciplina, ao prazer. Por isso não abdica do karaté (é cinturão castanho) em prol de outros gostos, como a dança. "Nasci para dançar." E ironiza: "Tenho uma inveja que o programa Dança Comigo não seja para qualquer um..."
A adepta e a polícia
Além do karaté e da BTT (bicicleta todo-o-terreno), Paula Monteiro não pratica outros desportos. Mas está definitivamente ligada ao futebol, embora admita: "Já gostei mais." Agora é o dever que a chama. Acompanha as claques até aos estádios, acompanha os jogos como força da segurança e ainda tem de acompanhar a comunicação. Paula Monteiro dá a cara na defesa da "sua" PSP. Valeu-lhe palavras menos agradáveis de Luís Filipe Vieira, depois do Benfica-Porto, onde a subcomissária apareceu a defender a actuação policial. O presidente do Benfica acusou-a de estar mais preocupada "com a imagem" e em aparecer "em todo o lado". Declarações que assume serem despropositadas. "Um porta-voz aparece seja para falar de futebol, seja para falar de operações." Continua: "Esse senhor foi o único que decidiu pessoalizar. O que acho incrível." Recebeu, em troca, mails e cartas de solidariedade de cidadãos anónimos. Paula Monteiro faz questão de responder, um a um.
E qual é o seu clube? "Não sei se devo dizer. Vai ser um problema." Face à insistência, Paula Monteiro, corando, responde: "Tenho de ser como os árbitros." Diz, mas pede segredo, até por uma questão de segurança futura.
Lado humano
"O que faz a imagem de uma pessoa são as suas atitudes diárias, os comportamentos, a forma de estar na vida e a minha vida faz-me andar de cabeça levantada." Paula Monteiro fala com orgulho da sua maneira de ser. Deve-o aos pais, diz. "O que sou e como sou a eles o devo. O lado humano foram eles que me passaram." "Nunca te arrependas de fazer o bem", diziam sempre. Esse lado humano de que fala afastou-a da medicina, porque não saberia lidar com o sofrimento dos outros e não saberia dar uma resposta que não fosse positiva. Acabou por não ser muito diferente...
O seu caminho ficou traçado em 1997. Depois de concluído o 12.º ano, em Alverca, Paula Monteiro, a menina nascida em Santarém, candidata-se à Faculdade de Ciências, à Academia Militar (para o curso de oficiais do Exército e da GNR) e à Escola Superior de Polícia. Admitida nas quatro. Escolher "foi efectivamente um problema". As ciências ficaram, logo, excluídas. As fardas que vira no pai (pára-quedista de profissão) não terão sido indiferentes à escolha. Optou pela Academia Militar e nesta pela GNR em vez do Exército. A protecção ao invés do ataque. "Gostei muito, foi uma experiência única."
Apesar das boas classificações, Paula Monteiro acabaria por deixar a Guarda e rumar à Polícia. "A PSP já tinha uma abertura diferente [para as mulheres]." Na GNR de então, estava-lhe destinada apenas a Administração Militar. Paula Monteiro queria Cavalaria. Começou a correr uma petição para alterar a situação, a autorização para o ingresso das mulheres em armas chegou já Paula Monteiro estava na PSP. "A primeira mulher de armas é do meu curso na GNR", lembra. A opção, no entanto, já estava tomada. Acabou o curso na Polícia com 14,83 valores, lê-se no diploma exposto no gabinete.
"Não estou nada arrependida [de ter optado pela PSP]. Eu vivo para isto. Nunca pensei gostar tanto da minha profissão como gosto." O futuro? "A nível de postos, chegar o mais longe possível", diz com a angústia de estar há um ano à espera da promoção a comissária. A disponibilidade é total, mas assume que gostava de continuar em contacto com o público. "Adoro relacionar-me com as pessoas e gosto de ajudar os outros, nem que seja com uma palavra."
Passagem por Loures
Acabado o curso, aos 23 anos, Paula Monteiro recebe a missão: comandar a esquadra de Loures. Jovem e mulher. Os seus homens em Loures foram, então, pela primeira vez chefiados por uma mulher, com idade para ser filha de muitos. A prova de fogo foi superada. "Onde tenho de dar a volta é ir com eles para o terreno, fazer exactamente o mesmo que eles fazem e ir à frente." Ser o exemplo.
Os casos de maior sofrimento viveu-os em Loures. "As situações que mais marcam não são aquelas em que estamos em risco. São aquelas em que nos defrontamos com a degradação humana." Por isso tem um lema: "Pratico muito a empatia e a empatia é igual à capacidade de me colocar no lugar do outro." O que nem sempre é fácil. E quase impossível quando se trata de lidar com o agressor. "Aí peço paciência e abstracção face à brutalidade do crime", mas confessa que por vezes "é preciso respirar fundo". O treino é importante para lidar com estas situações.
Uma coisa garante: "Para ser um bom polícia basta ser uma boa pessoa." Admite, ainda assim, que por vezes é difícil apagar imagens. Recorda o menino que chegou à esquadra de Loures queimado com um ferro e chicoteado com o fio eléctrico; a velhinha com a cabeça martelada porque o filho queria ficar com a sua reforma; ou a mãe, vítima de violência doméstica, e o filho deficiente a quem o marido e o pai não deixava entrar em casa. Anos mais tarde, foi desta mãe e deste filho que recebeu um ramo de flores com um cartão: "Obrigada por toda a ajuda e por tudo o que fez por nós." |
quarta-feira, maio 23, 2007
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Videolog2: O grande golo de letra do peruano Andrés Vasquéz na Suécia |
Pelos vistos, até nas entrevistas o médio que representa o IFK Goteborg consegue molhar a sopa de letra... perceberam a piada? Sopa... letra?
segunda-feira, maio 21, 2007
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Videolog2: Os 5 anos do Directivo Ultras XXI |
Os 5 anos da fundação de um grupo que foi marcante desde a sua primeira aparição, em jogo particular contra o Lyon: "Hoje sinto-me vivo porque... sou do Directivo"
terça-feira, maio 15, 2007
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Mundofone2: Lusoarenas negoceia estádios do Mundial 2014 |
A Lusoarenas, que tem como consultor financeiro o Banco Espírito Santo Investimento, está na corrida para financiar a construção de seis dos dez novos estádios - oito de raiz e dois remodelados, o Maracanã e o Murumbi - que o Brasil pretende fazer para receber o Mundial de Futebol de 2014.
"Já temos contrato para promover e desenvolver dois estádios, um no Rio e outro na Baía, e estamos em conversações finais para mais quatro", disse Marco Antônio Herling, administrador da Lusoarenas, empresa controlada pelo empresário António Espírito Santo Bustorff.
Antônio Herling explicou ao DN que a sua empresa "congrega capacidade" económico-financeiras para promover e desenvolver estádios e nesse contexto há outras empresas portuguesas que já manifestaram interesse em participar no projecto.
A Lusoarenas foi uma das empresas presentes ontem na conferência "Construção e Gestão dos Modernos Estádios de Futebol em Portugal". Um evento que decorreu no âmbito de uma visita a Portugal de uma missão empresarial brasileira, com mais de 70 pessoas, dos quais se destaca a ministra do Turismo, representantes dos governadores estaduais e das autoridades municipais, que estão interessadas em saber como se realizou a organização e a construção do Euro 2004.
"Não somos uma Alemanha, nem temos as características da África do Sul, mas queremos conhecer o modelo que Portugal seguiu para criar dez complexos desportivos, sustentáveis", explicou o presidente da Associação Nacional de Empresários e Empreendedores Afro-Brasileiros. João Bosco Borba revelou ainda que para os oito novos estádio a construir de raiz no Brasil está previsto um valor de 1,5 mil milhões de euros (185 milhões para cada projecto).
O Governo, através do Icep, anunciou na conferência que vai efectuar um roadshow no segundo semestre na maioria dos municípios brasileiros candidatos ao Mundial. O objectivo disse, Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto, é "divulgar a experiência e dar a conhecer a fileira industrial da construção portuguesa".
A missão empresarial brasileira visita hoje os estádios da Luz, de Alvalade, de Braga e do Dragão.
sábado, maio 12, 2007
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Futsal2: Claques em força na final four da Taça de Portugal |
A PSP vai mobilizar 30 agentes para assegurar o normal desenrolar da final four da Taça, a disputar hoje e amanhã por Benfica, Sporting, Braga e UTAD. Entre «leões» e «águias», é estimada a presença de cerca de 400 adeptos de claques.
A partir das 15h00 de hoje, o Pavilhão Municipal de Gaia vai centrar as atenções do futsal nacional, em virtude da realização da final-four da Taça de Portugal. Para este evento, a Polícia de Segurança Pública mobiliza um dispositivo de 30 elementos – além do Corpo de Intervenção do Porto como prevenção –, que vai garantir o normal desenrolar do evento, ao qual, de resto, o Comando Metropolitano do Porto não atribui qualquer grau de risco especial.
As claques organizadas – estão estimados cerca de 200 adeptos do Benfica e sensivelmente o mesmo número do Sporting, além dos «aficionados» de Sporting de Braga e UTAD– serão recebidas e acompanhadas até ao recinto, onde estarão entre duas a três dezenas de ARD (Assistentes De Recinto disponibilizados pela Federação Portuguesa de Futebol).
Em comunicado, a PSP do Porto informa ter montado um dispositivo policial com o objectivo de “prevenir a ocorrência de situações ou actos perturbadores da segurança pública, garantir a ordem e as condições de segurança necessárias para a realização dos jogos, prevenindo, sustendo ou dirimindo situações e actos susceptíveis de originar perturbação ou violência, efectuar a regularização rodoviária e os condicionamentos de trânsito necessários à circulação automóvel nos eixos e artérias de acesso ao pavilhão municipal e suas imediações, garantir a segurança das equipas e acompanhar e encaminhar os adeptos e do público em geral”.
O Comando Metropolitano do Porto apela ainda “à compreensão de todos os cidadãos, no sentido da adopção de comportamentos e atitudes de «fair-play», contribuindo assim, para a natureza festiva do evento”.
A deslocação do Benfica a Gaia para disputar a final-four deverá ser acompanhada por cerca de duas centenas de adeptos da claque «encarnada» dos «No Name Boys», o mesmo número de elementos das claques organizadas do Sporting, entre JuveLeo e «Torcida Verde» que se deslocará ao Norte do País.
Pela parte do Braga, o facto de a equipa de futebol de onze defrontar hoje o Boavista no Porto, às 21h00, é factor de mobilização, apesar de haver transporte disponibilizado pelo clube.
