Foi publicado um estudo nos EUA onde uma em cada três pessoas afirmou que prefere navegar na Internet em vez de estar com os amigos ou fazer sexo. De acordo com o mesmo estudo, apenas um quinto dos entrevistados responde conseguir passar uma semana ser aceder à Rede
O inquérito foi realizado pela agência publicitária JWT junto de mais de mil adultos norte-americanos e revelou que a maioria já não consegue passar uma semana sem ir à Internet. Quando questionados sobre quanto tempo conseguiam estar «desligados», 15 por cento responderam um dia ou menos, 21 por cento dois dias e 19 por cento afirmaram alguns dias.
À Reuters Ann Mack, responsável pelo estudo, afirmou que «as pessoas disseram-nos quão ansiosas, isoladas e entediadas se sentem quando são forçadas a ficar offline».
Outras conclusões apontaram para 28 por cento a percentagem de inquiridos que refere que está a passar menos tempo em relações pessoais por causa da Internet, o mesmo acontecendo com 20 por cento dos indivíduos que responderam que diminuíram a actividade sexual à conta da Web.
A responsável acredita que «a Internet está a arranjar espaço entre as actividades offline, como sexo, relacionamentos pessoais e entre o tempo que as pessoas passavam a ver TV e ler jornais e revistas», algo que não deve deixar os seus «parceiros muito felizes», conclui.
quarta-feira, setembro 26, 2007
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Sexão: Norte-americanos preferem Internet a amigos ou sexo |
sábado, julho 07, 2007
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Sexão: Alguém sabe onde se pode fazer o download? |
O director, subdirector e 27 professores de uma escola pública argentina, considerada um modelo na capital Buenos Aires, foram expulsos dos seus cargos depois de se ter comprovado que organizavam no local orgias com algumas das alunas do turno da noite, gravavam e colocavam na Internet, informa o jornal El Pais.
A polícia conseguiu comprovar as suspeitas através de um sofá que surgia nas imagens e que correspondia a o existente numa sala do edifício. Os vídeos remontam a 2005 e aí é possível ver professores e alunas de 16 e 17 anos, mantendo relações sexuais.
A denúncia foi feita através de um e-mail enviado para a Direcção de Escolas da Província de Buenos Aires, o que motivou o envolvimento da polícia, que acabou por descobrir que tais encontros realizavam-se na Escola Técnica número 1 de Escobar, uma localidade a 60 quilómetros da capital argentina. Trata-se de um centro com 2500 alunos e 400 professores, considerado «modelo» pela comunidade educativa.
Ficou também a saber-se que esta não foi a primeira denúncia anónima, mas as anteriores foram ignoradas inexplicavelmente, mas sempre pela mesma pessoa, uma inspectora que entretanto também já foi despedida.
segunda-feira, julho 02, 2007
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Sexão: Stress pode causar infertilidade nos humanos |
Uma pesquisa realizada apresenta novos indícios de que há ligações entre stress e infertilidade, cientistas observam a irregularidade da ovulação e a diminuição da produção de esperma. O estudo foi feito com uma colónia de ratos-toupeira, uma espécie que vive no subsolo em regiões semi-áridas de África.
Os pesquisadores descobriram que a rainha da colónia, onde vivem entre 100 e 300 animais, «intimida» os machos e as outras fêmeas do grupo, o que causa stress e induz à infertilidade entre os animais. Os cientistas observaram que o stress bloqueava a ovulação entre as fêmeas e diminuía a produção de esperma entre os machos.
Durante um encontro na Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE, sigla em inglês), o líder da pesquisa, Chris Faulkes, disse que os resultados obtidos com os ratos são semelhantes aos observados em estudos anteriores realizados com primatas, e que ajudam a entender melhor a relação entre stress e infertilidade entre a espécie humana.
«Entre os humanos, nós sabemos que os vários tipos de stress (físico e psicológico) podem afectar a fertilidade», disse Faulkes. Pesquisas anteriores já mostravam que terapias comportamentais de combate ao stress podem, sozinhas, ajudar as mulheres a recuperarem a capacidade de reproduzir. Especialistas explicam que os altos níveis de stress entre as mulheres podem alterar os níveis de hormonas, o que causa ovulações irregulares. Outros estudos sugerem ainda que o stress pode causar complicações nas trompas de Falópio.
terça-feira, junho 26, 2007
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Sexão: Açorianos começam a "coisar" aos 17 anos... antes disso vêem os desenhos animados na RTP Açores!!! |
A maioria dos jovens açorianos «começa a ter relações sexuais aos 17 anos» e um em cada seis nunca usou preservativo, revelam os resultados preliminares de um estudo hoje divulgado. O estudo sobre a «Cultura Recreativa como Instrumento para a Prevenção de Comportamentos de Risco», apresentado para assinalar nos Açores o Dia Internacional de Luta Contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas, revela que 78,3 por cento dos jovens da cidade de Angra do Heroísmo e 86,9 por cento dos jovens de Ponta Delgada já mantiveram relações sexuais.
Realizado junto de 150 jovens de cada uma das cidades, entre 16 e 30 anos, o estudo sublinha que 15,9 por cento daqueles jovens de Angra do Heroísmo e 22,8 por cento de Ponta Delgada «nunca usaram protecção contra doenças sexualmente transmissíveis».
A maioria dos jovens - 58,8 por cento dos jovens de Angra do Heroísmo e 64,7 por cento de Ponta Delgada - alegaram «muita confiança no parceiro» para ignorarem a importância do uso de preservativos.
STICKANÇO NO CARRO. Uma mulher de 22 anos foi presa em Lincoln, no Estado americano do Oregon, depois de ter sido apanhada em flagrante a ter relações sexuais com um rapaz de 14 anos, num carro, esta segunda-feira, noticiou a Fox News.
De acordo com as autoridades, a policia parou o carro patrulha na berma da estrada 101 para investigar um carro que estava parado naquele local. Ao se aproximar viu duas pessoas em pleno acto sexual.
A investigação mostrou que Melissa Danielle Cullen, da cidade de Berkeley, na Califórnia, tinha levado o rapaz sem a autorização dos pais, explicou Mark Meister, porta-voz da polícia de Lincoln. Melissa foi presa e multada por abuso sexual, corrupção de menores e interferência na tutela de um menor. A jovem vai responder ainda por abuso. Foi encaminhada à Prisão do Condado de Lincoln e teve de pagar uma fiança de cerca de 90 mil.
